Olá, este é o novo endereço desse blog. Em "MEU PEQUENO LUGARZINHO", teremos um pouco de tudo: Curiosidades, poesias, fotos, artesanato, e muito mais. Estamos prontas pra receber sua visita. Envie-nos seus comentários. Quem somos? Tereza e Magali.
Recordo ainda... e nada mais importa... Aqueles dias de uma luz tão mansa Que me deixavam, nem sempre, de lembrança, algum brinquedo novo à minha porta...
Mas veio um vento de desesperança soprando cinzas pela noite morta! E eu pendurei em galharia torta todos os meus brinquedos de criança...
Estrada afora após eu segui... Mas, ai, Embora idade e senso eu aparente Não vos iludais o velho que aqui vai:
Eu quero os meus brinquedos novamente! Sou um pobre menino... acreditai!... Que envelheceu, um dia, de repente!...
ONDE EXISTE DEUS: EXISTE FOME, MAS ENCONTRA-SE O ALIMENTO. EXISTE DOR, MAS ENCONTRA-SE O REMÉDIO. EXISTE GUERRA, MAS PODE-SE ESTABELECER A PAZ. EXISTEM PROBLEMAS, MAS TAMBÉM AS SOLUÇÕES. PODE-SE ESTAR SÓ, MAS NUNCA HÁ SOLIDÃO...
Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade, e de amizade. Diga o que você pensa com esperança. Pense no que você faz com fé. Faça o que você deve fazer com amor!!!
O que importa na vida, não é o ponto de partida, mas a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.
diga o que você pensar com esperança. Pense no que você faz com fé. Faça o que você deve fazer com amor.
Se temos que esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade.
"Deixa-me fonte". dizia a flor tonta de terror. E a fonte, sonora e fria, Cantava levando a flor.
"Deixa-me, deixa-me fonte"! dizia a flor a chorar. "eu fui nascida no monte... Não me leves para o mar".
E a fonte, rápida e fria, com um sussurro zombador, Por sobre a areia corria, Corria levando a flor.
"Ai balanço do meu galho, balanço do berço meu, Ai, claras gotas de orvalho, Caídas do azul do céu"!...
chorava a flor e gemia, Branca, branca de terror, E a fonte sonora e fria, corria levando a flor!
"Adeus sombras das ramadas, Cantigas do ruxinol; Ai, festa das madrugadas, doçura do por do sól; Carícias das brisas leves, Que abrem rasgoes de luar... Fonte, fonte, não me leves, Não me leves para o mar"!...
As correntezas da vida, E os restos do meu amor Resvalam numa descida como a da fonte e da flor...
Senhor, fazei que eu aceite minha pobreza, tal como sempre foi.
Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter, e se perdeu por caminhos errados e nunca mais voltou.
Dai, Senhor, que minha humildade seja como a chuva caindo mansa, longa noite escura, numa terra sedenta, e num telhado velho.
Que eu possa agradecer a vós, minha cama estreita, minhas coisinhas pobres, minha casa de chão, pedras e tábuas remontadas; e ter sempre um feixe de lenha debaixo do meu fogão de taipa, e acender eu mesma, o fogo alegre da minha casa, na manhã de um novo dia que começa...